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terça-feira, 26 de janeiro de 2010

É um luxo se aquecer assim

Cada estação tem sua graça. No inverno, o tempo é propício a tudo que aqueça a pele, como as saunas, as massagens com pedras quentes, as bandagens que envolvem o corpo. O calor dessas prazerosas terapias convida a esquecer o mundo lá fora e a relaxar gostoso.
Vapor: conforto e pureza
Já que a pele do rosto é a mais delicada, é justo se dedicar a ela com especial cuidado. Em casa, um verdadeiro tratamento de beleza começa pelo vapor. O calor úmido de uma sauna facial abre os poros, promove uma limpeza caprichada e prepara a face para receber cremes hidratantes e nutritivos.
Para poder desfrutar de um prazer a mais, conte com os vários benefícios da aromaterapia. Coloque 3 litros de água fervendo em uma tigela e acrescente 1 ou 2 gotas de óleo essencial, de acordo com os efeitos desejados.
A aromaterapeuta e consultora de clínicas e spas Sílvia Segantini, de São Paulo, indica:• Camomila ­ Acalma e clareia qualquer tipo de pele e relaxa a mente.• Lavanda ­ Tem o efeito rejuvenescedor e calmante para corpo e alma.• Alecrim ­ Bom para peles oleosas, acnéicas, com um efeito revigorante, embora seja contra-indicado para quem sofre de pressão alta.
“O óleo também atua, por aspiração, sobre as emoções. Mas é importante não exagerar na quantidade, já que é sempre concentrado. Respeite a sutileza de uma gota”, lembra Sílvia. Em lugar dos óleos essenciais, você ainda pode usar folhas frescas de alecrim, chá de camomila e rodelas de frutas cítricas, como grapefruit, laranja e limão.
Incline o rosto sobre a tigela e cubra a cabeça com uma toalha para concentrar o vapor. Importante: procure um lugar sem correntes de ar. Se sentir os olhos irritados, feche-os sem apertar ou coloque uma venda. Permaneça assim por cerca de dez minutos. Depois jogue a água sobre o corpo e termine com um banho de chuveiro para, então, aplicar seu hidratante preferido.
Corpo relaxado
A sauna corporal também faz bem, pois promove relaxamento muscular, desintoxicação e umidificação das vias aéreas. Para aproveitar, a fisioterapeuta Marciani Wotrich, do Kurotel, de Gramado, RS, sugere: permaneça numa postura relaxada entre sete e dez minutos, faça um intervalo, com uma ducha de água fria, descanse de três a cinco minutos e repita a seqüência no máximo três vezes. Beba ao menos meio litro de água ao encerrar para hidratar.
Outra forma de aquecer o corpo vem com o ofurô. Integrado ao cotidiano do Japão, país onde foi criado, essa tina de madeira ou fibra de vidro, com o tamanho suficiente para que um adulto possa se sentar confortavelmente e ficar somente com a cabeça para fora dela, é perfeita para um banho a 42o C. Pode substituir a banheira.
Se no banheiro você só tem espaço para instalar uma ducha, invista nestes cuidados simples de providenciar: dilua uma ou duas gostas de óleo essencial em óleo vegetal e, com uma bucha bem macia ou uma esponja natural, passe no corpo todo. O sal grosso diluído em água morna também é um ótimo relaxante muscular.
Uma tigela com água quente, laranja e alecrim é tudo que você precisa para fazer uma sauna facial. Bowl de madeira da Suxxar, 145 reais, toalha Buddemeyer da Casa Almeida, 17,50 reais e regata Hering, 22 reais.
Pedras: relaxam e tratam
A idéia de colocar seixos aquecidos sobre o corpo surgiu entre os monges tibetanos. Acredita-se que eles apoiavam uma pedra quente sobre o estômago para manter a energia vital nos períodos de jejum. Quem conta é Ala Szerman, presidente da Associação Brasileira de Clínicas e Spas do Brasil e introdutora da técnica no país. A sistematização da terapia seguiu os princípios da medicina oriental ­ a chinesa e a indiana. Utilizam-se as pedras, por exemplo, como se aplica o calor da brasa de um incenso próximo aos pontos de acupuntura.
Atuando nos meridianos (os canais de energia que percorrem o corpo, segundo a acupuntura) e nos chacras (os centros de energia definidos pela medicina indiana), a massagem das pedras quentes estimula o bem-estar geral. Ainda segundo Ala Szerman, a pedra transmite calor a até 4 cm abaixo da pele e de maneira difusa, o que intensifica e prolonga os efeitos. Em geral, utilizam-se pedras vulcânicas, que são lisas e de diferentes tamanhos. “O ideal é encontrar as pedras na natureza”, afirma. “Mas vale adquirir seixos em lojas de jardinagem. Basta você escolher os mais achatados e confortáveis de segurar”, considera.
O tamanho e o tipo de pedra variam com a manobra e o local do corpo. “Há pedras com a curvatura da planta do pé e outras que se encaixam sobre o estômago”, conta Ala. Na hora de fazer em casa, porém, não é preciso tanta diversidade, e uma maneira fácil de se automassagear é se deitar sobre os seixos. As pedras podem ser colocadas no chão seguindo a linha dos chacras (veja ilustração). Outra disposição eficaz: os seixos ficam em lugares correspondentes a sacro, pescoço e pontos entre a coluna e as escápulas.
Alguns spas introduziram inovações. O Kyron Spa, de São Paulo, usa, além das rochas vulcânicas, os cristais. A terapeuta Fernanda Ferrari, responsável pela fisioterapia, explica: “O quartzo e outros cristais permanecem quentes por mais tempo”. O quartzo verde é o mais usado, pois possui propriedades curativas.
Para fazer em casa
Você vai precisar de 11 pedras. Não devem ter pontas nem ser muito volumosas e pesadas. Aqueça todas com água fervente e, durante a massagem, mantenha as que não estiverem em uso na panela ou numa bacia ao lado. Cuidado ao retirá-las da água para não se queimar (use uma concha ou similar). Se as pedras estiverem muito quentes, deixe-as esfriar até conseguir tocá-las de forma prazerosa.
Numa sessão, você vai usar quatro pedras para a massagem e sete para o relaxamento. Aplique um pouco de óleo vegetal sobre a pele a fim de facilitar o deslizamento. Comece com duas pedras, massageando a planta do pé.
Vá deslizando pela perna até a coxa. Repita do outro lado. Coloque as pedras de volta na água quente e, com outras duas, faça movimentos circulares em sentido horário (que acompanha o sentido em que se processa a digestão) no abdômen. Depois, com duas pedras, provoque delicados pinçamentos sobre o abdômen. Em seguida, use uma pedra para fazer movimentos giratórios e de pressão (suave) sobre órgãos importantes, como o fígado, o útero, o estômago. Se você quiser continuar a seqüência, massageie dos ombros ao pescoço com a lateral das pedras.
Deite-se de costas e coloque as plantas dos pés apoiadas em pedras quentes. Coloque cada uma das sete pedras sobre cada um dos sete chacras. Cubra-se e relaxe durante 15 minutos. Você pode deixar um cobertor do lado, estendido, pronto para ser puxado no fim da massagem.
Descansar com pedras quentes sobre as costas é um dos pequenos prazeres a seu alcance. Experimente. Estes seixos podem ser encontrados em lojas de jardinagem.Toalha Buddemeyer da Casa Almeida, 49,50 reais. Seixos de rio, cerca de 12 reais o saco de 30 kg, e pashmina do Espaço Til, 256 reais.
Rolinhos de inverno
A medicina antroposófica, que indica banhos medicinais para o tratamento de diversos males, ensina que se deve repousar após um banho relaxante. Experimente se enrolar nas cobertas e deitar depois do banho quente. Pense apenas em coisas tranqüilizadoras.
Você pode sofisticar esse repouso reproduzindo em casa o que se chama nos spas de body wrap, ou corpo enrolado. Aqueça muita água e acrescente um sachê com manjericão, gengibre, hortelã e sálvia. Mergulhe seis toalhas de rosto e uma de banho. Proteja o colchonete com um filme plástico e um lençol macio. Deite e se cubra com as toalhas quentes a partir dos pés. Por último, coloque a toalha grande, um lençol plástico e um cobertor. Proteja os olhos com algodão. Relaxe por 20 minutos. Seu ritmo cardíaco vai desacelerar e o sistema digestivo se regularizar. Em seguida, seque a pele e passe um hidratante.

domingo, 24 de janeiro de 2010

Pés quentes e cabeça fria



Escalda-pés é um remédio antigo, indicado por nossas avós para esquentar todo o corpo e afastar resfriados. Mas seus efeitos benéficos vão muito além desses... É excelente para aliviar dores de cabeça, cansaço, tensões musculares, preocupações ou acalmar uma mente muito inquieta. Na medicina chinesa quando os pés estão bem aquecidos é um sinal de saúde e energia circulando bem. O escalda-pés age positivamente no seguinte princípio: o bem-estar acontece quando temos os pés quentes e a cabeça fria! Portanto use e faça sempre que precisar, sem contra-indicações!
Apenas mergulhar os pés por 20 minutos numa bacia com água quente (na temperatura que você aguentar) já é suficiente para que estes pequenos milagres ocorram no seu corpo e na sua mente. Mas confira algumas receitas e aditivos para incrementar o seu ritual de bem-estar... Para relaxar Adicione à água quente 5 gotinhas de óleo essencial de lavanda. Ou um copo de chá de camomila bem concentrado. Inale o perfume das ervas, deixe o local pouco iluminado e tente pensar em nada.
Quando você se sentir muito sobrecarregado ou com aquele mal estar difuso, uma limpeza pode ajudar a clarear as coisas. Adicione um punhado de sal grosso e outro punhado de folhas de manjericão à água quente e sinta a diferença.
Inchaço, dores ou sensação de cansaço nas pernas podem indicar sinais de má circulação. Para ajudar o sangue a ficar mais "esperto" adicione três gotas de óleo essencial de alecrim (ou Rosmarinus) à água. Se você não encontrar o óleo, pode substituí-lo por um copo de chá de alecrim concentrado. Para efeitos ainda melhores, coloque alguns cascalhos ou pedregulhos no fundo da bacia e role os pés sobre eles.
Quais são os pés que não precisam de uma hidratação? Você pode aproveitar este momento de relaxamento e fazer duas coisas ao mesmo tempo. É só adicionar à água uma colher (sopa) cheia de óleo de amêndoas.
Seja por você mesmo ou para presentear alguém... Prepare um escalda-pés com quatro gotas de óleo essencial de ylang-ylang e duas gotas de óleo de lavanda. Enxugue os pés delicadamente, use um creme e finalize com uma inesquecível massagem.

Sonhos e pensamentos viram emoções


Somos capazes de vivenciar emoções maravilhosas ou apavorantes apenas por estímulo de nossos sonhos ou pensamentos. Às vezes essas emoções são tão intensas que desencadeiam mudanças fisiológicas em nosso organismo. Você nunca acordou assustado, suando ou com palpitações após um pesadelo? Já sonhou com pessoas ou lugares que lhe despertaram uma sensação muito forte de bem-estar ou prazer?
Isso ocorre porque nosso cérebro não consegue distinguir os sonhos da realidade. Desse modo, eles nos afetam como se estivéssemos vivenciando aquelas imagens na vida real. O mesmo pode ocorrer com nossos pensamentos, principalmente quando estamos excessivamente preocupados, ansiosos ou com receio de algo que está para acontecer. Então, surgem as emoções que nos despertam prazer ou nos desagradam.
Quando as emoções são prazerosas todo o nosso corpo responde como se tivéssemos sendo envolvidos por uma energia positiva muito forte. Passamos a sentir alegria, conforto e bem estar. Nos percebemos leves e bem humorados, com ânimo para resolver problemas e realizar todas as atividades que havíamos deixado de lado.
Mas se as emoções que surgem são de medo, insatisfação ou descontentamento, tudo parece que vai desabar. Nosso corpo reage a tudo isso apresentando sintomas de mal estar, dores de cabeça, estresse, dores nas costas e outras tantas formas de desconforto físico.
O que não podemos esquecer é que todas essas emoções e suas consequentes transformações reais em nosso físico surgiram apenas devido aos nossos sonhos ou pensamentos e não por acontecimentos ou fatos concretos.
Nosso pensamento, assim como nosso sonho, é algo que nos afeta, definindo afeto como todas as coisas que por alguma razão nos tocam ou mobilizam. Se nosso corpo sofre mudanças geradas apenas pelos nossos sonhos ou pensamentos, imaginem a importância de termos pensamentos positivos para a manutenção de nossa saúde.
O melhor, então, é tentar identificar quais são os aspectos de nossa vida que nos incomodam e nos levam a ter pensamentos negativos. Uma boa dica é deixar papel e caneta no criado-mudo e anotar as partes dos sonhos que conseguirmos lembrar antes de sair da cama, para que não sejam esquecidas com o passar das horas. Mais tarde, ao revermos as anotações devemos procurar entender qual é a mensagem passada pelo sonho. Caso seja algo muito abstrato, tente entender o que poderia estar simbolizado nas imagens ou nas sensações percebidas.
Outra sugestão é procurar anotar tudo aquilo que acontece ao nosso redor e que costuma desencadear sensações desagradáveis geradoras de mau humor, raiva, desânimo, preocupação, insegurança, ressentimento, tristeza, etc. Se estes sentimentos são passageiros e logo conseguimos superá-los ou esquecê-los, estamos reagindo de forma saudável e natural. Porém, se continuam nos atormentando e voltamos a pensar no assunto, chegando a perder o sono ou chorar e não conseguimos sair dessa pelo resto do dia ou da semana, aí mora o perigo. Significa que chegou a hora de refletirmos: Estaríamos insatisfeitos com o aspecto físico, profissional, social, familiar? Ou seria o aspecto espiritual que nos aflige pela busca de sentido e significado para a vida?
Em um novo momento, ao entrarmos em contato com as anotações feitas, naturalmente estaremos analisando nossas sensações e atitudes. E, quem sabe, até nos conhecendo melhor e repensando as coisas que nos afetaram para não termos os mesmos sentimentos ruins caso elas voltem a acontecer.
Sabemos que esse caminho nem sempre é fácil, por tratar-se de um processo lento, embora extremamente eficiente. Mas devemos nos esforçar para trilhá-lo.
Caso não possamos superar sozinhos todo o desconforto gerado por algo que nos afetou emocionalmente e se nossos sentimentos continuarem proporcionando estresse, devemos procurar a ajuda de um profissional. Ele poderá orientar sobre as possíveis terapias capazes de resgatar nossa tranquilidade e evitar que não venhamos a sofrer no físico as consequencias de nossos maus pensamentos.
Suely Bello
Sobre o autor
Naturóloga, educadora física e pedagoga com pós-graduação em Psicossomática.É presidente da Associação Paulista de Naturologia e atende em São Paulo.

sábado, 23 de janeiro de 2010


Depois de algum tempo


“Depois de algum tempo você aprende a diferença, a sutil diferença, entre dar a mão e acorrentar uma alma. E você aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança. E começa a aprender que beijos não são contratos e presentes não são promessas. E começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança.
E aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão.
Depois de um tempo você aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo. E aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam... E aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoa-la por isso. Aprende que falar pode aliviar dores emocionais.
Descobre que leva-se anos para construir confiança e apenas segundos para destruí-la, e que você pode fazer coisas em um instante, das quais se arrependerá pelo resto da vida.
Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distancias. E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem da vida. E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher.
Aprende que não temos que mudar de amigos se compreendermos que os amigos mudam, perceber que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos. Descobre que as pessoas que você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa – por isso, sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas, pois pode ser a última vez que as vejamos.
Aprende que as circunstâncias e os ambientes tem influência sobre nós, mas nos somos responsáveis por nós mesmos. Começa a aprender que não se deve comparar com os outros, mas com o melhor que pode ser. Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser, e que o tempo é curto.
Aprende que não importa aonde já chegou, mas onde está indo, mas se você não sabe para onde está indo, qualquer lugar serve.
Aprende que, ou você controla seus atos ou eles o controlarão, e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem dois lados.
Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências.
Aprende que paciência requer muita prática. Descobre que algumas vezes, a pessoa que você espera que o chute quando você cai, é uma das poucas que o ajudam a levantar-se.
Aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que se teve e o que você aprendeu com elas, do que com quantos aniversários você celebrou.
Aprende que há mais dos seus pais em você do que você supunha.
Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens, poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso.
Aprende que quando está com raiva tem o direito de estar com raiva, mas isso não te dá o direito de ser cruel. Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame, não significa que esse alguém não o ama com tudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso.
Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem que aprender a perdoar-se a si mesmo.
Aprende que com a mesma severidade com que julga, você será em algum momento condenado.
Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte.
Aprende que o tempo não é algo que possa voltar para trás. Portanto, plante seu jardim e decore sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores.
E você aprende que realmente pode suportar... que realmente é forte, e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais. E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida”!
“Nossas dádivas são traidoras e nos fazem perder o bem que poderíamos conquistar, se não fosse o medo de tentar”.
WILLIAM SHAKESPEARE